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Seminário marca o centenário do genocídio armênio

No dia 11 de junho, o vice-reitor no exercício da Reitoria, Vahan Agopyan, participou da sessão de abertura do seminário “100 anos do Genocídio Armênio – Negacionismo, Silêncio e Direitos Humanos (1915-2015)”, promovido pelo Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação (LEER), da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), em parceria com a Comissão para o Centenário do Genocídio Armênio. O seminário foi realizado na Sala do Conselho Universitário.

Participaram do evento o embaixador da República Armênia no Brasil, Ashot Galoyan; a cônsul-geral da República Armênia em São Paulo, Hilda Burmaian; a coordenadora do LEER, Maria Luiza Tucci Carneiro, além de outras autoridades e representantes da Universidade.

O genocídio armênio é definido como as atrocidades cometidas contra o povo armênio do Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial. Tais massacres foram perpetrados ao longo de diferentes regiões do Império Otomano por parte do Governo Jovens Turcos, que estava no poder na época. Estima-se que um milhão e meio de armênios morreram entre 1915 e 1923. A data de 24 de abril de 1915 é adotada como início do massacre, por ter sido o dia em que dezenas de lideranças armênias foram presas e massacradas em Istambul. A Turquia, o Brasil, entre outros países, não reconhecem o genocídio armênio.

“Estamos discutindo a negação desse genocídio, que é uma afronta aos direitos humanos. É perigoso que se tente mudar ou distorcer essa história, principalmente para as novas gerações”, afirmou o vice-reitor, na abertura da solenidade. Agopyan também é coordenador do Núcleo Acadêmico da Comissão para o Centenário do Genocídio Armênio.

A pianista armênia, Datev Artinian, encerrou a programação do primeiro dia do evento, apresentando as obras “Garoun a”, de Komitas; “Elegia”, de A. Babajanian; e “Oror”, de P. Ganatchian.

 

PSICÓLOGA ANALISA RELATOS DE SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO RADICADOS NO BRASIL

Empenhada em incentivar a ampliação de estudos sobre o Holocausto, a Confederação Israelita do Brasil se associou à editora Perspectiva para viabilizar o lançamento do livro “Holocausto: Vivência e Retransmissão”, da psicóloga e professora Sofia Débora Levy, que é representante da Conib no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR).
O livro será lançado em 23 de abril de 2014, às 18h30, na Livraria da Vila do Shopping Higienópolis, em São Paulo. Haverá debate de Sofia Levy com a profa. Maria Luiza Tucci Carneiro, da USP, e mediação de Márcio Seligmann-Silva, da Unicamp.

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 INSTITUTO SHOAH DE DIREITOS HUMANOS E B'NAI B'RITH NO BLOG WEBJUDAICA

O blog Webjudaica noticiou o resultado do XXV Concurso de Redações para a Rede Municipal de Ensino de São Paulo. É mais uma etapa do Programa de Ensino do Holocausto, em defesa da Democracia e Cidadania, do Instituto Shoah de Direitos Humanos, B'nai B´rith e Laboratório de Estudos da Etnicidade, Racismo e Discriminação – LEER/USP, com apoio da Câmara Municipal de São Paulo, Sherit Hapleitá do Brasil e Secretaria Municipal da Educação. O concurso contou com mais de 100 redações com o tema "Sobreviventes do Holocausto: A sua boneca".

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 INTITUTO SHOAH DE DIREITOS HUMANOS NO ESTADÃO

O Instituto Shoah de Direitos Humanos, inaugurado no ano passado, foi noticiado no site do Estadão, ao divulgar 12 mil documentos sobre o Holocausto. Estes documentos foram acumulados desde a década de 70 por pesquisadores e faziam parte do banco de dados do LEER, sendo somente acessados por outros pesquisadores interessados na documentação. O acervo atualmente pode ser consultado no site do Arqshoah por qualquer interessado. O Instituto também aceita depoimentos de sobreviventes e doações de documentos.

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 SEMINÁRIO HISTÓRIA, IDENTIDADE E MEMÓRIA DOS CIGANOS NO CATRACA LIVRE

O seminário realizado sobre história e identidade cigana foi noticiado no Catraca Livre, projeto jornalístico que divulga iniciativas culturais gratuitas ou a preço popular. O evento foi organizado pelo LEER, Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação, e aconteceu na FFLCH nos dias 26, 27 e 28 de novembro do ano passado. Abrindo espaço para a reflexão de temas como as raízes para o anti-ciganismo e a formação da comunidade transnacional romani, o seminário também contou com uma apresentação musical e com a exibição de um filme.

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SEMINÁRIO PORTUGAL CONTEMPORÂNEO: REPRESENTAÇÕES CULTURAIS E IDEOLÓGICAS DA CONTEMPORANEIDADE PORTUGUESA, MODERNIDADE E MODERNIZAÇÃO EM DEBATE

O seminário ocorrido ano passado sobre a representação contemporânea de Portugal teve resenha de Marina Salles, do guia Caminhos da Cultura. O evento foi realizado pelo professor Álvaro Garrido, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, e ocorreu na Cátedra Jaime Cortesão, na FFLCH-USP. Foi marcado pela explicação de conceitos chave para entender o tema e, sobretudo, por exemplos que ajudam a ilustrar como o passado de Portugal interfere no imaginário que permeia os sucessos insucessos lusitanos. Mesmo tendo sido um reino próspero e bem-sucedido, Portugal é lembrado não só por seus momentos de glória. Teses decadentistas e dependentistas fazem parte de seu passado.

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AS DOENÇAS E OS MEDOS SOCIAIS NA REVISTA PESQUISA 

As doenças e os medos sociais ganhou destaque na Revista Pesquisa da FAPESP, com resenha de Maria Gabriela Marinho, doutora em história social e docente na Universidade Federal do ABC (UFABC). O livro é resultado de um seminário promovido em 2009 pelo Núcleo de Estudos sobre Discriminação do Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação da Universidade de São Paulo (LEER-USP) e foi organizado por Yara Nogueira Monteiro, pesquisadora do Instituto de Saúde (SES-São Paulo), e pela professora Maria Luiza Tucci Carneiro (FFLCH-USP). A obra é uma coletânea de 16 artigos, que, com o propósito de relacionar as doenças, os aparatos de saúde, as intervenções estatais e paraestatais com o preconceito e a discriminação oriundos do temor provocado pela disseminação e contágio de males desconhecidos – ou insuficientemente controlados –, reproduziu e ampliou a participação dos pesquisadores naquele seminário.

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