LEER

Direcionada para os estudos sobre as manifestações racistas no Brasil desde os tempos coloniais até dias atuais. Tem como proposta incentivar a criação de uma Base de Dados que permita a construção de novos conhecimentos sobre o racismo enquanto fenômeno político e social. Se propõe a investigar sobre as origens e as diferentes formas de manifestação do racismo no Brasil, manifesto, com maior ou menor intensidade, contra diferentes grupos étnicos: indígenas, judeus, negros e ciganos.

bt racismo

NÚCLEO DE ESTUDOS ARQSHOAH:
Reúne pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento com o objeto de reunir informações sobre a trajetória de vida dos sobreviventes do Holocausto e dos refugiados do nazifascismo radicados no Brasil. Surgiu em 2006, por ocasião da criação do LEER, com o objetivo de identificar, digitalizar e arquivar a documentação selecionada junto aos arquivos brasileiros e internacionais, avaliados como importantes para a escrita da história e da memória do Holocausto.

 


 

PROJETOS

2014-2016
PROJETO: TRAVESSIAS: NARRATIVAS E REPRESENTAÇÕES DOS SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO E REFUGIADOS DO NAZISMO. BRASIL, 1933-2016 [em execução]
COORDENADORA: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro (DH-FFLCH-USP)
FAPESP: Proc. ????

Ementa: Este projeto dá continuidade aos anteriores que, desde 2006, foram desenvolvidos pelo Núcleo de Estudos Arqshoah. Justifica-se pela importância de registrarmos os testemunhos dos sobreviventes do Holocausto e refugiados/exilados do nazismo no Brasil, a partir de 1933 aos dias atuais. Desta vez, com ênfase na produção dos artistas e intelectuais, judeus ou não judeus, que através da sua produção contribuíram para a construção da cultura brasileira. Assim como ressaltou Eric Hobsbawn, a "era das catástrofes" corresponde a "era dos testemunhos" que geram um acúmulo de dor e morte. Assim, a história e a memória daqueles que sobreviveram ao Holocausto é, ao mesmo tempo, uma história de luto e (re)interpretação da vida. Nem todos querem relembrar, mas devemos insistir e investir no registro desta memória que, com o tempo, se esvai. Diante deste vácuo abrem-se caminhos para a proliferação das versões construídas pelos neonazistas, movimentos antissemitas e/ou partidários das ideologias da extrema-direita. Este projeto investe contra a ideologia do apagamento da memória e o esquecimento. Pretende deixar para as gerações futuras um legado histórico que colaborem para fortalecer identidades culturais.

Objetivos: Recuperar através dos registros produzidos por artistas e intelectuais, os caminhos (físicos e emocionais) dos sobreviventes do Holocausto, judeus e não judeus; arquivar, identificar, digitalizar e disponibilizar para consulta on-line as fontes/testemunhos que colaborem para a construção da verdade histórica em detrimento da ideologia do esquecimento; transformar estes testemunhos em material pedagógico a ser exibido nos museus, escolas, centros culturais e livros paradidáticos colaborando para "lembrar" o significado do Holocausto, enquanto genocídio e crime contra a humanidade; mapear as obras de arte, literatura e livros de memórias, analisando as narrativas e formas de representação deixadas pelos artistas e intelectuais radicados no Brasil (sobreviventes do Holocausto, exilados e/ou refugiados que optaram pelo Brasil como pátria de acolhimento; garantir a preservação e constante atualização do acervo Arqshoah, um arquivo dedicado a História e a memória daqueles sobreviventes que, através da sua produção artística e intelectual, contribuíram para o enriquecimento da cultura brasileira.
 

Pesquisadores e seus grupos de trabalho:

Grupo de História Oral:
Coordenadora Profa. Dra. Rachel Mizrahi (Socióloga, Mestre e doutora em História Social pela FFLCH-USP)
Pesquisadores: Laís Rigatto Cardillo (Bolsista Arqshoah), Rosana Meiches (voluntária, psicóloga e filha de sobrevivente do Holocausto); Daniel Loeb (voluntário e filho de sobrevivente do Holocausto); Sarita Saruê (Historiadora e Mestre em Estudos Judaicos/FFLCH-USP, especialista em Holocausto).

Oficinas Interativas de Teatro:
Responsável: Leslie Marko (Doutoranda, diretora de teatro e educadora).
Objetivos: levar às salas de aulas as histórias de vida dos artistas e intelectuais sobreviventes do Holocausto ou refugiados do nazismo, tendo como referência os documentos pesquisados para este projeto. Cenas teatrais previstas: "Pétalas Vivas da Rosa Branca"; "Casa Tomada".

Arquivo Histórico (Virtual e Físico): Artistas & Intelectuais
Responsável: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro (Historiadora e Coordenadora do LEER)
Pesquisadores: Profa. Dra. Marlen Heckl (Formada pela Universidade de Viena), Lucius de Mello e Profa. Silvia Lerner (RJ).
Atividades: pesquisa, seleção, identificação, digitalização e catalogação de documentos; inventário e cadastramento das obras de artes e produção intelectual. documentos (copias ou originais) são guardados cronologicamente em pastas suspensas junto aos arquivos de aço adquiridos para servir ao projeto.
Atividades de pesquisa: em museus e arquivos institucionais e pessoais com o objetivo de reconstituir a trajetória de vida dos artistas e intelectuais radicados ou exilados no Brasil a partir de 1933. Dentre os arquivos a serem pesquisados citamos: Arquivo Nacional do Rio de Janeiro (Processos de Naturalização) e acervos do MAC/USP, Pinacoteca, Itaú Cultural, Instituto Cultural Moreira Salles e Museu Lasar Segall. Acervos pessoais de Felicja Blumental e Marcus Mizne (Israel). Produção artística e acadêmica a ser inserida na Base de Dados Arqshoah com as respectivas histórias de vida.

Iconografia e Informática
Responsável: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro
Equipe Técnica: Nanci de Souza (Historiadora e Mestre em Estudos Judaicos) e Jéssica Caroline Leite da Cunha (Graduanda de História, FFLCH-USP).
Atividades: digitalização das fotografias e documentos doadas pelos refugiados e sobreviventes do Holocausto, de forma a oferecer suporte técnico aos pesquisadores do Núcleo de História Oral e Arquivo.

Parcerias: Arquivo Virtual Aristides Souza Mendes (Lisboa, Portugal); Museu Lasar Segall de São Paulo; Instituto Cultural Judaico Marc Chagall de Porto Alegre; Museu do Holocausto Yad Vashem (Israel); Arquivo Histórico Judaico de São Paulo; Arquivo Nacional do Rio de Janeiro; Instituto Histórico Judaico Mineiro de Belo Horizonte; Programa de Estudos Judaicos da UERJ/Rio de Janeiro.

 


 

2011-2014
PROJETO: DE APÁTRIDA À CIDADÃO BRASILEIRO: TRAJETÓRIAS DE VIDA DOS JUDEUS REFUGIADOS DO NAZIFASCISMO NO BRASIL [encerrado]
COORDENADORA: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro (LEER/USP)
FAPESP: Proc. 2011/08355-7
PERÍODO: 01.03.2011 a 30.03.2014

Ementa: "De apátrida à cidadão brasileiro" dá continuidade ao projeto anterior que tinha como proposta a criação do Arquivo Virtual sobre Holocausto e Antissemitismo (Arqshoah), hoje uma referência nacional e internacional com grande repercussão na historiografia brasileira. As pesquisas privilegiam três grandes eixos de investigação:
1) reconstituir a vida dos apátridas em seu país de origem, visto que estes haviam sido expulsos pelo Estado totalitário nazista por serem judeus. Como tais haviam sido classificados como representantes de uma "raça"inferior e produtores de uma cultura dita "degenerada". Procuramos reconstituir, através de testemunhos orais, documentos oficiais e pessoais, o contexto político que forçou a fuga desenfreada deste grupo que, disperso por vários países da Europa, estavam em busca de uma "tábua da salvação", ou seja, de um visto para emigrar. Foram localizados centenas de documentos que serviram de base para traçarmos o perfil daqueles que fizeram do Brasil a sua pátria de acolhimento ou de exílio. Através das histórias de vida registradas pela equipe do Grupo de História Oral Arqshoah, coordenado pela Profa. Dra. Rachel Mizrahi, está sendo possível conhecer detalhes dos atos de intolerância e violência praticados pelos nacional-socialistas, assim como as ações compartilhadas com grupos e associações judaicas e não-judaicas que, entre 1933-1950, envolveram-se com o salvamento dos judeus na Alemanha e países ocupados.
2) reconstituição das rotas de fuga que demarcaram a busca por um refúgio seguro garantindo, ainda que por algum tempo, a vida do apátrida e seus familiares. Através dos relatórios diplomáticos selecionados junto ao Arquivo Histórico do Itamaraty/RJ e dos testemunhos orais, conseguimos recuperar elementos expressivos do contexto político europeu, nem sempre analisado pela historiografia que trata sobre o tema. Analisamos os mecanismos legais e jurídicos acionados pelos comitês dos refugiados junto a Liga das Nações que, de certa forma, proporcionaram estratégias de salvamento.
3) a história de vida dos apátridas radicados no Brasil e, em especial, nas cidades brasileiras onde a comunidade judaica estava melhor sedimentada (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife e Belo Horizonte). Através dos processos de naturalização e dos testemunhos orais, procuramos compreender o processo de adaptação e aculturação deste grupo que, num espaço de dez anos aproximadamente solicitaram a a cidadania brasileira. Procuramos reconhecer os canais institucionais acionados pelos refugiados e sobreviventes do Holocausto que, abrigados pelas distintas comunidades judaicas brasileiras, procuraram uma nova condição jurídica: de brasileiro.

Objetivos:
-identificar sobreviventes do Holocausto e/ou refugiados no Brasil dispostos a narrar a sua história de vida, além de disponibilizar seus documentos pessoais que completassem suas lembranças;
- localizar em distintas capitais brasileiras, pessoas que ajudaram a salvar judeus que, entre 1937-1945, corriam risco de vida diante da presença dos nazistas, fosse na Alemanha ou nos países sob ocupação como a Áustria, a Dinamarca, Holanda ou Bélgica;
- relacionar a experiência destes judeus que, de cidadãos alemães, foram classificados como apátridas perdendo, alem da sua condição jurídica, seus direitos de vida digna e de um pátria;
- analisar e discutir a pluralidade e a complexidade de experiências vividas pelos sobreviventes do Holocausto radicados no Brasil com o objetivo de reconstituir suas estratégias de sobrevivência e laços de solidariedade. Seus relatos, documentos pessoais (correspondências, diários, cartões-postais, bilhetes) e diplomáticos têm sido fundamentais para destacarmos as diferentes trajetórias, avanços e recuos diante da violência institucionalizada pelos regimes nazifascistas. Da mesma forma têm permitido reconstituir as práticas sociais e políticas que modelaram as ações do governo alemão sob a liderança de Adolf Hitler e também do governo Vargas (1937-1945) que, através das Circulares Secretas e de uma política imigratória antissemita, deixou e salvar centenas de vidas.
- identificar junto ao Arquivo Nacional do Rio de Janeiro os processos de naturalização de alguns refugiados e sobreviventes radicados no Brasil a partir de 1933, privilegiando os intelectuais, os artistas plásticos e os fotógrafos de forma a cruzar com as histórias de vida já elaboradas pela equipe do Grupo de História Oral Arqshoah.
- selecionar, digitalizar e inserir na Base de Dados do projeto cerca de 800 Fichas Consulares de Imigração, em parceria com o Arquivo Nacional.

 

Pesquisadores e seus grupos de trabalho:

Grupo de História Oral: 
Coordenadora Profa. Dra. Rachel Mizrahi
Pesquisadores: Lilian de Souza (Histriadora e Mestranda e bolsista Capes/USP), Laís Rigatto Cardillo (Bolsista TT1), Rosana Meiches (voluntária, psicóloga e filha de sobrevivente do Holocausto); Daniel Loeb (filho de sobrevivente do Holocausto); Sarita Saruê (Historiadora e Mestre, especialista no tema do Holocausto); Nanci Souza (Historiadora e Mestranda em Estudos Judaicos).

Oficinas Interativas de Teatro:
Responsável: Leslie Marko (Doutoranda, diretora de teatro e educadora).
Objetivos: levar para as salas de aulas as histórias de vida dos judeus apátridas e dos sobreviventes do Holocausto tendo como referência os documentos pesquisados para este projeto. A primeira oficina foi realizada em espaço cedido pelo MUBE- Museu Brasileiro de Escultura, contando com a participação de cerca de 25 educadores e dois bolsistas FAPESP (atuando na monitoria). Resultados divulgados: cena teatral apresentada durante XXI Jornada Interdisciplinar sobre a História do Holocausto usando a história dos judeus apátridas expulsos da Alemanha nazista e que optaram por refugiar-se no Brasil: "O embarque dos apátridas, "degenerados", apresentada em São Paulo em 25/08, no Memorial da América Latina.

Arquivo Histórico (Virtual e Físico)
Responsável: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro
Equipe técnica: Laura Lemni Di Natali (TT3), Antonio do Nascimento (TT1), Gláucia Castellan (Historiadora e Mestre em História Social) e Taciana Wiazovski (doutora em História Social).
Pesquisadores Colaboradores: Profa. Dra. Marlen Heckl (Formada pela Universidade de Viena), Lucius de Mello, Profa. Dra. Kênia Maria de Almeida Pereira (Universidade Federal de Uberlândia).
Atividades: pesquisa, seleção, identificação, digitalização e catalogação de Documentos. Apos o inventário e cadastramento, os documentos (copias ou originais) são guardados cronologicamente em pastas suspensas junto aos arquivos de aço adquiridos para servir ao projeto.

Artistas & Intelectuais
Responsável: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro
Equipe técnica: Amanda Macedo Tavares (TT3) e Dianaluz C. L. Correa (FFLCH)
Atividades de pesquisa: em museus e arquivos institucionais e pessoais com o objetivo de reconstituir a trajetória de vida dos artistas e intectuais [apátridas/judeus] refugiados no Brasil entre 1933-1950. Dentre os arquivos consultados citamos: Arquivo Nacional do Rio de Janeiro (Processos de Naturalização) e acervos do MAC/USP, Pinacoteca, Itaú Cultural, Instituto Cultural Moreira Salles e Museu Lasar Segall. Identificação da produção artística e acadêmica a ser inserida na Base de Dados Arqshoah com as respectivas histórias de vida.

Iconografia e Informática
Responsável: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro
Técnico: Bruno Bassi (Bolsista LEER/FFLCH)
Atividades: digitalização das fotografias doadas pelos refugiados apátridas e sobreviventes do Holocausto, de forma a oferecer suporte técnico para os pesquisadores do Núcleo de História Oral.

Parcerias: Instituto Shoah de Direitos Humanos da B'nai B'rith do Brasil, Arquivo Virtual Aristides Souza Mendes (Lisboa, Portugal); Arquivo Público do Estado de São Paulo, Universidade Hebraica de Jerusalém (Israel), Museu Lasar Segall de São Paulo, Instituto Cultural Judaico Marc Chagall de Porto Alegre, Museu do Holocausto Yad Vashem (Israel), Arquivo Histórico Judaico de São Paulo; Arquivo Nacional do Rio de Janeiro; Instituto Histórico Judaico Mineiro de Belo Horizonte; Programa de Estudos Judaicos da UERJ/Rio de Janeiro.

Equipe técnica:
Antonio do Nascimento (Bolsista FAPESP TT1), Laís Rigatto Cardillo (Bolsista FAPESP TT1), Amanda Macedo Fernandes (Bolsista FAPESP TT3), Laura Lemni De Natali (Bolsista FAPESP TT3), Michele Celestino (Bolsista ISDH, B'nai B'rith do Brasil).


 

2006-2009
PROJETO: ARQSHOAH - ARQUIVO VIRTUAL SOBRE HOLOCAUSTO E ANTI-SEMITISMO. O BRASIL DIANTE DO HIOLOCAUSTO E DOS REFUGIADOS DO NAZIFASCISMO NO BRASIL [encerrado]
COORDENADORA: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro (LEER/USP)
FAPESP: Proc. ???? [ver com Michele-Agilis FAPESP]

Ementa: Este projeto tem como proposta gerar um ARQUIVO VIRTUAL de documentação sobre os temas do Holocausto e do anti-semitismo pesquisados junto aos arquivos portugueses, franceses e brasileiros. Será desenvolvido junto LEER- Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação, sediado junto ao Departamento de História da FFLCH/Universidade de São Paulo. Percebemos que através da história e da preservação da memória é possível, ainda que de forma fragmentada, pensar, registrar e interpretar as representações do Holocausto. Os testemunhos são, portanto, fundamentais para compreendermos o que aconteceu, ainda que múltiplas sejam as versões e leitura possíveis. Uma imagem, uma narrativa ou uma palavra que seja, são indícios que não devem ser desprezados. Documentos oficiais (diplomáticos e policiais) e de associações comunitárias, diários e livros de memórias, poemas, narrativas, canções, filmes e pinturas, são marcas de um repertório único, expressões de uma experiência intransferível. Apesar de estarmos diante de um "objeto sem limites" - considerando as tensões que envolvem as possíveis representações da Shoah - se faz necessário escrever sobre o tema e resgatar a documentação existente nos arquivos brasileiros e estrangeiros. É nesta tensão que ecoa a dialética entre memória e esquecimento; é nesta tensão que o Holocausto desponta enquanto uma ferida da memória.
A partir das investigações realizadas por nossa equipe de pesquisadores pretendemos disponibilizar à um público maior os registros históricos que permitem avaliar a postura dos governos brasileiro e português diante do plano de extermínio às minorias étnicas e políticas sustentado pelo III Reich entre 1933-1945. Pretendemos também promover debates e atividades educacionais que permitam uma forma de relacionamento entre os homens pautada pela tolerância. Na luta pela dignidade humana e pela construção de um mundo mais justo, mais próspero e mais humano é que se insere este projeto. Nosso objetivo é de fazer, em primeira instância, o levantamento, sistematização, análise, tradução, publicação e digitalização de documentos históricos, literários, artísticos e cinematográficos que têm o Holocausto como tema.

Pesquisadores e seus projetos:
Rachel Mizrahi: O discurso filo e antissemita da diplomacia brasileira e portuguesa. Um estudo comparativo (1933-1945).
Kênia M. de Almeida Pereira (Uberlândia, MG): Holocausto e Anti-semitismo na Poesia Brasileira.
Célia Maria Antonacci Ramos (Florianópolis, SC): Projeto As nazi-tatuagens; inscrições ou injúrias no corpo humano?
Pedro Henrique Falco Ortiz: Documentação Audiovisual e Produção de Documentários. Série de Programas de TV. (PROLAM/USP, TV USP/CCS)
Renata Mazzeo Barbosa: Laços de Solidariedade em tempos Sombrios: As Associações Judaicas no Estado de São Paulo (1933-1955)
Anna Rosa Bigazzi: Os judeus italianos refugiados das leis raciais italianas (1938-1945)
Cláudio Galvão: Os Sacerdotes católicos: uma presença na História do Holocausto
Taciana Wiazovski: A revista Comentário, libelo de protesto e resistência no Brasil.
Lucius Flavius de Mello: A Travessia da Terra Vermelha – Romance histórico
Leslie Marko: Teatro Judaico Hoje – Um Grito Estético

Equipe Técnica: [ver nomes com a Lilian] ????

Ação Educativa: Jornada Interdisciplinar sobre o Ensino do Holocausto
Direcionada para professores da rede de ensino fundamental com o objetivo de introduzir o tema da história do Holocausto e incentivar o debate sobre o perigo da proliferação das idéias racistas na sociedade contemporâneas. Desde 2002, esta atividade é desenvolvida em parceria com a B´Nai B´rith do Brasil e, posteriormente, com a Secretaria no Programa Educando para a Democracia e a Cidadania. Estas jornadas foram realizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Porto Alegre e Curitiba, através de seus respectivos coordenadores regionais: Maria Luiza Tucci Carneiro e Abraham Goldstein, Helena Lewin e Silvia Lerner; Matilde e Pedro Gus. Para saber mais ver "Ações Educativas": www.arqshoah.com.br

Parcerias: Arquivo Virtual Aristides Souza Mendes; B´nai B´rith do Brasil; Arquivo Público do Estado de São Paulo, Universidade Hebraica de Jerusalém, Museu Lasar Segall, Instituto Cultural Judaico Marc Chagall de Porto Alegre, Fundação Yad Vashem (Israel), Arquivo Histórico Judaico de São Paulo; Arquivo Nacional do Rio de Janeiro; Instituto Histórico Judaico Mineiro de Belo Horizonte; Programa de Estudos Judaicos da UERJ/Rio de Janeiro.

 

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